Roteiro de integração

Use este roteiro como checklist de execução. A ideia é sair de uma primeira chamada manual, validar o comportamento esperado e só depois levar o fluxo para o código da aplicação.

1. Confirme o ambiente

Escolha onde o teste será feito: A estrutura da chamada é a mesma nos dois ambientes. Para trocar de HML para produção, altere apenas a base URL.

2. Gere o token

Antes de executar serviços protegidos, gere um token JWT.
Copie o valor de access_token retornado. Nas chamadas seguintes, envie:

3. Teste manualmente antes de codar

Se a pessoa integrando ainda não tem familiaridade com terminal, comece pelo Postman. Ele deixa URL, headers e body separados, o que reduz erro de digitação. Fluxo recomendado:
  1. testar no Postman;
  2. repetir o mesmo request com curl;
  3. confirmar o response esperado;
  4. levar o request para Node.js, Python, C# ou outra linguagem.

4. Escolha o serviço correto

O endpoint POST /api/service-api funciona como executor de produtos. A rota é sempre a mesma, mas o campo service define o que será executado.
Para pessoa física, a entrada principal costuma ser cpf. Para pessoa jurídica, costuma ser cnpj. Serviços de documento, biometria e documentoscopia podem exigir imagens em base64, URLs de imagem, selfie ou chave de consulta.

5. Valide o response

Na maioria dos serviços, os dados de negócio ficam em result e o status técnico fica em status.
Não valide apenas o HTTP status. Leia também status.code, status.message e, quando existir, externalId.

6. Prepare a integração para produção

Antes de subir para produção, confirme:
  • credenciais de produção foram liberadas;
  • a base URL foi trocada para https://backoffice.idcerberus.com;
  • token expirado é tratado gerando um novo token;
  • erros 400, 401 e 403 têm tratamento claro;
  • logs registram service, documento consultado de forma segura, status.code, status.message e externalId, quando retornado;
  • dados sensíveis, base64 e tokens não são gravados em log aberto.

7. Onde continuar